Mal a vi gostei.
Tinha um andar gracioso, elegante, altivo e firme.
Passou por mim como se eu não lá estivesse, nem uma piscadela de olhos, um virar de cabeça, nada. Tinha de conquistar a sua atenção.
Chamei-a e nada. Cruzei-me com ela, nadissima. Voltei a chama-la, nova rejeição. Fugia de mim, mas pior que isso, seguia outro homem e eu não estava a conseguir captar a sua atenção. Tinha que chegar até ela nem que isso me obrigasse a partilha-la.
Enchi-me de coragem, fui ter com o homem, abri o jogo e ele aceitou partilha-la comigo, em partes desiguais, mas já não era mau de todo! Hoje já faz parte da minha vida, e da do homem, e ainda não me fez sofrer, não me desiludiu e duvido que o venha a fazer. É fiel, carinhosa, e retribui o amor e carinho que lhe dou.
A Nina é espectacular, um amor de verão do qual hoje tenho saudades, resta-me, por ora, dedicar-lhe estas linhas, recorda-la em fotografia e esperar ansiosamente pelo proximo verão.
A Nina é uma cadela lindissima...
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Grátis
É de borla
não pago nada
ganho bué
não perco nada
recebo em dobro
não há tributação
reembolso diario
não, não é herbalife
não, não é tupperware
não, não é hocken
são os meus AMIGOS...
não pago nada
ganho bué
não perco nada
recebo em dobro
não há tributação
reembolso diario
não, não é herbalife
não, não é tupperware
não, não é hocken
são os meus AMIGOS...
Qual corda?
Acorda.
Acorda que já se faz tarde e o mar está á tua espera, e com ondas.
Acordei, peguei no material de banho agriquente e fui.
Acordo com a primeira espuma friaedoce a roçar-me o cerebro.
Adormeço. Sonho.
Apetecia-me ir ao cinema.
Acordo. Concordo.
Acorda.
Qual corda?
A corda.
Acorda que já se faz tarde e o mar está á tua espera, e com ondas.
Acordei, peguei no material de banho agriquente e fui.
Acordo com a primeira espuma friaedoce a roçar-me o cerebro.
Adormeço. Sonho.
Apetecia-me ir ao cinema.
Acordo. Concordo.
Acorda.
Qual corda?
A corda.
É facil, muito fassil...
-Um café e uma água sem gas natural, p f .E continuo, a nada fazer, mais um olhar, triste, para o mar, e ondas, nada! Dava-me jeito ondas. Pequenas que fossem, que me fizessem estremecer com frio e ainda assim ferver de amor, como que na barriga da Micas, de onde acho que nao devia, de todo, ter saído. É, o mar tem esse fascínio, envolve-me, acaricia-me, protege-me e volta e meia bate-me. Com força, muita força e se por vezes acho que o mundo gira á minha volta, nada como uma simples onda para perceber quão pequeno sou. Tem dias...Muitos.Bebo um gole da minha água, olho em redor e encontro outro olhar. Lindo, lindo de morrer. Mas fujo, não é para mim, foi um acaso. Mais uma vez o mar tem a minha atenção. Por pouco tempo e não muita, pois como gostei do rosto esbelto e frágil que segurava tal olhar angelical decidi voltar a cabeça só para apreciar, cobardemente, tal anjo.Não correu bem, o olhar lindo de morrer, morrer não, querer viver, e muito, fitava-me. Medo, senti-me a tremer. Que medo...E ali estava eu, novamente, a nada fazer, com os olhos naquela imensidão de água, a nada ver, com vergonha de mim e surgiu-me na mente um plano magnificamente simples.Pensei- Volto a olhar, desta vez com convicção e se por sorte ela estiver a olhar para mim, levanto-me, dirijo-me á sua mesa, digo-lhe que tem um olhar lindo de querer viver, e a partir dali a conversa fluirá naturalmente. Fácil...Enchi o peito de ar. pus a mascara 33, a da convicção, e voltei a cabeça. Alto, enganei-me, o anjo não me mirava. Respirei de alívio. Mas foi por microsegundos, mal ela percebeu o meu olhar voltou a encandear-me. O plano estava delineado e ia passar á acção!
Fássil.
Levantei-me e SAÍ...
Fássil.
Levantei-me e SAÍ...
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